Catadores de lixo contribuem com limpeza de fortaleza

A população de Fortaleza está crescendo, e com ela cresce também a quantidade de lixo produzido. A maioria das pessoas não tem ainda o costume de fazer em sua casa uma seleção dos materiais recicléveis do que não pode ser reaproveitável, e os orgãos públicos não se preocupam em orientar a população sobre a importância da separação do lixo. Um dos responsáveis por essa coleta seletiva são os catadores de lixo, aquelas pessoas que todos os dias passam recolhendo plásticos, papel, e outros materiais recicláveis na porta da sua casa. Porém, apesar da garimpagem feita pelos catadores, toneladas de lixo reaproveitável é depositado diariamente no aterro sanitário.

Com o surgimento dessa nova profissão de catador de lixo, várias pessoas conseguiram adquirir o sustento de suas famílias com material depositado nas ruas, porém, o número de pessoas que ganham a vida como catador cresceu desordenadamente, e a população passou a reclamar a insegurança de ter sempre alguém revirando o lixo de sua casa, deixando muitas vezes um odor desagradável devido o lixo rasgado.
Segundo pesquisa feita recentemente pelo Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos (Imparh), o perfil do catador de lixo é masculino, entre 18 e 25 anos de idade, com renda em média de R$ 60, natural de Fortaleza, não tendo terminado o Ensino Fundamental e que mora em uma casa com mulher e filhos, embora o casamento não seja oficial. Estima-se que tenha hoje cerca de 8 mil catadores na cidade, afirma Lídia valeska Pimentel, socióloga e coordenadora da pesquisa do Imparh. Já para a Associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) em 1994, 81 cidades brasileiras adotavam algum tipo de programa de coleta seletiva de lixo. Em 2006, este número quadruplicou. Apesar desse crescimento, o que se investe nessa profissão em uma cidade como Fortaleza, a quinta maior do Brasil ainda é cosiderádo pouco.

sábado, 19 de setembro de 2009

A força do trabalho

A força do trabalho

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